Home Data de criação : 07/07/31 Última atualização : 08/11/25 23:26 / 312 Artigos publicados
 

Se tu derretesses  (Amor, amar, amando) escrito em sábado 25 outubro 2008 00:30

 

Às vezes,

Tu brincas e

Fala-me,

Que te faço derreter

Mas, fico a pensar...

E chego à conclusão

De que,

Se tu fosses

Realmente uma geleira

A derreter-se

Eu te beberia

Gota por gota

Uma única ao dia

Repetida e incansavelmente,

Dia após dia,

Em uma incessante rotina

E quando as gotas esgotassem

Findar-se-ia também minha vida

Pois tu és a água

Que me nutre

És a fonte

Das minhas energias.

 

(por Monica Ap. O.)

 

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Menino do violão  (Um brinde aos amigos) escrito em quarta 22 outubro 2008 01:52

 

Eis que tu vens

E estendes no rosto

Este sorriso                       

Que te mostras

E em que te escondes

 

Sei... Ah...!

E como sei...

Esta forma de sorrir

Já levou a baixo

Vários muros e obstáculos

 

Este dom,

Este sorriso...

Que se personifica

Na potência de tua voz

Que ecoa doce

 

Mesmo depois de calar-te,

Este sorriso,

Esta voz,

Soa suave no ouvido

Daquelas que foram tuas amantes

  

E cada sorriso teu, menino,

Faz-se maior

Quando segura o violão

E de teus dedos

Faz surgir notas e melodias

 

Cada acorde de teu violão

Traz o brilho do teu olhar

E tornar-te então passarinho

Capaz de enfeitiçar

Todos ao teu redor

 

Menino faz-se homem

Em cada verso da canção

Que sorridente canta,

E encanta

Com as notas do teu violão.

 

(por Monica Ap. O.)


(Este poema é dedicado ao meu amigo Tiago, e toda a sua forma mágica de encantar as pessoas com sua voz e violão)


 

 

 

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Céu do fim de tarde  (Outros temas) escrito em quarta 24 setembro 2008 02:45

 

Gosto do céu do fim de tarde

Romântico

E nostálgico...

 

O céu no fim da tarde

Tem nuances diferentes

Tem sabores diversos...

 

Gosto do seu cheiro de recordações

E de passado,

De um nada inacabado...

 

O céu do fim de tarde

Tem cheiro de saudade

De amores não vividos...

 

Gosto desse cheiro manso nas narinas

Que a gente só sente,

Quando olha o céu no fim da tarde...

 

(por Monica Ap. O.)

 


A imagem neste artigo traz o pôr-do-sol visto do Pico de Jaraguá (SP/SP).


 

 

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Eu e a chuva  (À flor da pele) escrito em terça 23 setembro 2008 01:30

 

 

Vejo as gotas de chuva

Caírem no asfalto

Vejo os carros lentos

E suas lanternas acesas

As pessoas caminhando

Com seus guarda-chuvas abertos...

São as nuances de um inverno

Que só existe em mim...

Um frio seco e cortante

Que machuca meus braços e rosto

E faz-me querer parar

Querer abrir os olhos

E erguer a cabeça aos céus,

E de braços abertos

Sentir a chuva em mim...

Pois,

Só ela entende-me

E aquece-me

Sou como ela

Nas lembranças das pessoas...

 

(por Monica Ap. O.)

 

 

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Senhor de mim  (Outros temas) escrito em quarta 03 setembro 2008 02:25

 

 

Toda tristeza arrancar-se-á

Quanto jogar-me

Nas águas tranqüilas do mar

 

Quando só o vento

A minha pele tocar

Minha face serena

Demonstrar-se-á

 

Tudo se transformará

E um dia meu coração

Encontrar-se-á em paz

 

Comigo Tu estarás

E tu ver-me-ás sorrir

Bem perto de ti

 

Tu que és minha fortaleza

Que jamais me abandonaste

Tu,

Senhor de mim.

 

(por Monica Ap. O.)


A música presente neste artigo chama-se Noites Traiçoeiras e é uma composição de Carlos Papae; a letra pode ser conferida em http://letras.terra.com.br/padre-marcelo-rossi/77580/. (Desconheço quem gravou esta versão apresentada no vídeo).


 

 

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