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Trinta e nove dias  (Amor, amar, amando) escrito em terça 19 agosto 2008 23:14

amor, ausência, silêncio

 

Por 39 dias quis-te;

Foi este o exato tempo

Que meu amor sobreviveu

Às intempéries de teu humor,

Às desilusões proclamadas pelo teu silêncio,

Aos sofrimentos causados pela tua ausência...

E em estado vegetativo

Este amor saiu da UTI

E agora se encontra enterrado

No vale dos amores imperfeitos.

 

(por Monica Ap. O.)

 

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Todos os comentários desse artigo:
Trinta e nove dias

  • Delirose

    Sex 22 Ago 2008 04:46

    Olá, minha amiga, que bela poesia!!! Estive um tempo sem acessar, mas agora estou voltando a postar e a visitar os amigos e me deparo com mais essa maravilha!!! Um grande abraço e obrigada pela sua presença sempre viva em meu blog.

    Delirose.

  • Tinho

    Qua 20 Ago 2008 17:20

    "... E este amor, enterrado
    Não vivido, magoado
    Será pelo orvalho regado
    E a chuva o molhará
    O solo, fértl novamente
    Florescerá,
    Como uma nova flor,
    Num novo amor
    Porque os amores não morrem, jamais.
    Ficam guardados,
    Nos corações maltratados
    Se recompondo, juntando os cacos
    Para novamente brilhar."


    Mônica, meus parabéns,mais uma vez, por esta poesia lúdica, simples e linda!

    Obrigado tb por suas visitas em meu blog.

    Úm bjão, ótima semana e até a proxima!

    Teu blog etsá show de bola!